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29 MAR 2006
Audiência Pública levanta demandas para pavimentação
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Uma Audiência Pública convocada pela presidência da Câmara Municipal reuniu grande número de populares na noite de terça-feira (28 de março), que apresentaram suas reivindicações para a pavimentação de vias públicas que ainda sofrem com a poeira e o barro. O prefeito Ataíde Vilela fez questão de comparecer ao evento, junto com o secretário de Obras, Clever Nascimento, respondendo pessoalmente aos questionamentos. Representantes de diversas associações de bairros se fizeram presentes e aproveitaram para levantar questões diversas, como a situação intransitável de ruas nos bairros periféricos; de vias cujos moradores já pagaram em gestões anteriores e ainda não receberam o asfalto, e de estragos ocasionados pelas fortes chuvas. A Audiência havia sido solicitada pelo vereador José Antonio (Tuco) à Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária e a idéia aprovada pela presidência da Câmara, diante do projeto que está para começar a ser executado pela Prefeitura com vistas à pavimentação que será bancada com recursos do Projeto Somma. Segundo o presidente da Câmara, vereador dr. José Roberto, a Casa democratiza a discussão, ao trazer a população para a Audiência, cujo resultado ele considerou “um sucesso”. O secretário de Obras, Clever Nascimento, revelou que os recursos vão possibilitar o asfaltamento de 12 km de vias, em bairros diversos. Atualmente, segundo ele, a cidade tem 345 km de vias urbanas e 41 km sem pavimentação, destacando que a legislação antiga permitia novos loteamentos sem asfalto, o que fez proliferar o número de ruas sem a melhoria. O prefeito Ataíde afirmou que herdou a situação mas que está encarando-a de frente, assumindo o compromisso de que até o final de seu mandato pretende deixar a cidade próximo de 100% pavimentada. O secretário Clever assinalou que a Prefeitura tem planos de reativar fábrica própria para a pavimentação com bloquetes, mas disse que as dificuldades atuais esbarram no fato de que a máquina precisa sofrer reparos, condicionados ao fato de que só a empresa fabricante pode fazê-lo. Segundo ele, até há pouco tempo a empresa estava impedida de qualquer transação com o município, por ter dívidas para com o Estado. O vereador Marcos Salutti, depois de cumprimentar o prefeito pelas obras de drenagem que estão sendo feitas na avenida Júpiter, disse que a população está indignada com os novos valores das taxa de esgoto cobrada no talão do Saae. “Aumentou mais de 100%, tiraram a taxa de iluminação pública mas estão cobrando agora no esgoto”, reclamou. O vereador Hilton Silva elogiou o chefe do Executivo pela “firmeza” das respostas e repassou a Ataíde proposta recebida da fábrica do Capp, que segundo ele pode fornecer bloquetes proporcionando redução de 50% do custo para o morador. Pelas contas do vereador, a frente de uma casa tem hoje um custo estimado de R$ 1.500 para o uso de asfalto, enquanto na hipótese de bloquetes este valor cairia para R$ 700,00. Na opinião do vereador Renatinho Ourives, a proposta do Capp pode ser viável, acreditando que outro lado positivo seria o de estar valorizando as entidades da cidade. O vereador Sebastião Bacada elogiou a iniciativa da Audiência, sugerindo que eventos de mesma natureza poderiam ser agendados com todas as secretarias municipais. O vereador Renato Andrade avaliou que o debate contribuiu para boas idéias e defendeu o mesmo espírito para a “união política” da cidade, que segundo ele precisa eleger deputados. Na avaliação do vereador Tuco, a Prefeitura pôde trabalhar no ano passado com um orçamento folgado de R$ 67 milhões, R$ 13 milhões a mais do que estava sendo esperado, acreditando que o orçamento desse ano pode chegar a R$ 75 milhões – crescimento, segundo ele, que pode ocorrer principalmente por aumento das tarifas, como a da taxa de esgoto. O vice-presidente da Casa, vereador Waldemar Ribeiro, elogiou a administração municipal por estar optando por obras prioritárias e destacou a presença do prefeito na Audiência, “pela primeira vez na história um prefeito vem à Câmara debater com o povo”. O vereador Alexandre Dentista ressaltou o fato da Audiência ter sido proposta por um vereador de oposição e questionou como devem ficar as vias que não estão incluídas no Somma. Segundo o secretário de Obras, além do Somma há a possibilidade dos moradores participarem de um programa de adesão. Em resposta ao vereador Marcos Salutti, o secretário disse que a alta da taxa de esgoto está inserida numa tendência ambiental mundial diante da necessidade de reduzir o consumo de água. De acordo com ele, por essa tendência vai pagar mais quem consome mais. SDLP/jpe 068/2006 29/03/06
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